Fila por altura
Quando você é criança todas as filas são feitas em ordem crescente de altura. Ficar pro final da fila é uma honra, se você não é um repetente. Todo dia é a mesma briga pra ver quem é o mais alto.
O triste dessa competição é que com o tempo paramos de crescer. Aquela virada incrivel, o famoso salto de 5 cm que pega coleguinhas despercebidos e lança você mais para o fundo da fila se torna mais raro.
Me lembro quando eu tinha 13 anos. Até os 15 anos eu cresci loucamente, passei todos os meus amigos. Cheguei em 1,80 m e achei que chegaria em 2,00 m. Pena que não foi assim. Parei de crescer. Meus anos de glória viraram apenas uma lembrança quando crainças com o crescimento menos acelerado começaram a me passar, hoje em dia amigos meus que cresceram de vagar até os 18 anos são quase da minha altura, enquanto eu cresci desde os 16 apenas uns 2 cm, teve bixão crescendo 10.
Em posts futuros vamos tratar das competições físicas subistitutas: Quem é mais magro; A brincadeira atual dos jovens adultos, quem é mais forte; A brincadeira dos adultos, quem tem mais dinheiro; Por fim a dos velhos, quem tem mais cabelo.






amanda
eu sempre fui a mais alta da sala, e por ser menina achava chato.. hoje tenho 1,62.. faz 5 anos.
Bernardo Zirpoli
Eu ganhava na do mais magro. Agora, não ganho mais. Nem em nenhum dessas brincadeiras de adulto. E vou perder na dos velhos também. Certeza.
seu irmao
esse naum teve mt graça não so no finalzinho
ae começa a postar paradatodosos dias pra eu ter alguma coisa pra ler no trabalho…
ta sinistro. to desde as 8 sem fazer nada
Lucas
Obrigado por mostrar que competições bestas não são exclusivas de uma faixa etária.
Carol
Tenho a mesma síndrome. Nunca cheguei a ser a última da fila, e para as meninas isso não era tão ruim, mas já cheguei a ser uma das 4 últimas da fila. Acho que se continuassemos fazendo a fila, hoje eu seria uma das 4 primeiras.
Bom post. Bjos.
kirp
Nunca ganhei nem por gurdura ou altura quando pequeno. Agora que sou grande não ganho pelo dinheiro nem pelos músculos. É aquela velha história do pau torto. Do ditado do pau torto.
Nigel Goodman
Huahua hoje em dia eu ando treinando pra ser o mais gordo da turma. Sou praticamente o mocotó da malhação
Bernardo Zirpoli
Eu vou arrancar um braço meu fora pra ser “o cara com menos braços da turma”. E ficar torcendo pra não entrar ninguém sem os dois braços.
Deixarei vocês informados.